Nesta prespectiva que o Expresso vem colocar em cima da mesa fazem-se notar o sentido de missão que todos estamos à espera dos nossos governantes. Aqueles que cessam funções são descritos como felizes fugitivos, e aqueles que ficam como fachada provisória.
De facto os comentários apresentados demonstram uma direita
rendida, e a não fabricação de um rascunho orçamental (pelo actual e anterior
governo) mostra um postecipar de problemas para um próximo governo. Governo
esse que só pode ser uma alternativa de outros partidos com assento parlamentar
ou de iniciativa presidencial, pois Passos não está disponível para ficar em
gestão.
Com tanto sentido de missão quem irá pagar o atraso no cumprimento dos deveres orçamentais
para com a UE?
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